
Tupish!
Quantas vezes a gente imagina um mundo perfeito, com coisas perfeitas, os chamados “sonhos”, não aqueles enquanto dormimos, mas os sonhos acordados, os desejos, as vontades.
Alguns duram pra sempre, e isso é ruim, porque não eram pra ser somente sonhos, eram pra ser realizados. Então seriam os sonhos as nossas frustrações? Muitas vezes sim, o que acaba nos tornando pessoas amarguradas, tristes, descrentes de que o mundo seja um lugar bom.
Sempre lemos que devemos correr atras dos nossos sonhos, mas várias vezes iniciamos essa corrida com os pés presos, amarrados em correntes físicas ou psicológicas, e isso atrapalha, e muito.
Mas não sou eu, nem ninguém, que vai fazer você desistir do que você acredita , cada pessoa descobre por si mesmo, mas se você for desistir, tente enxergar isso o mais rápido possível, porque a vida não dura um curto período, como nos sonhos durante o sono, ela dura anos, e eles passam rapidamente.

Idade Média: Prova que me ama!
Mate um dragão, quatro ursos e uma baleia!
Década de 30: Prova que me ama!
Peça minha mão em casamento para o meu pai.
Dias atuais: Prova que me ama!
Coloca ‘namorando’ no facebook/orkut AGORA!
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Seria cômico se não fosse trágico. Mas essa é a realidade em que vivemos, um mundo onde sentimentos precisam ser provados o tempo todo. Até para realizar boas ações precisamos provar a veracidade da intenção. Quem nunca passou pela cena de se oferecer para fazer algo e receber como resposta: “Ué, por quê? Você está querendo alguma coisa!”
Essa “pressão” por provar as coisas acaba deixando de ser algo externo, e se tornando algo presente dentro de nós mesmos. Por muitas vezes nos obrigamos a provar que gostamos de algo para não sermos excluída do grupo em que convivemos. Um exemplo prático é a moda de sushis, temakis e vertentes. Todos os seus amigos gostam, e você acaba indo junto, e por muitas vezes você acha anti-ético comer peixe cru, mas para não ser colocado de nada no seu grupo vai junto.
Mas o maior problemas é quando você se sente obrigado a estar com alguém, seja pelo medo de não estar sozinho, por conveniência, e não por amor. O importante é ocupar o lugar ao lado seu com alguém, para não ser a pessoa solteira do grupo. E ainda existem aqueles que ocupam o lugar de um companheiro por algum tipo de interesse, mas não cabe a nós julgar o certo ou errado, o papel de descobrir a verdade sobre sentimentos e vontades, cabe a cada um.
Liberte-se das obrigações, faça as coisas por vontade própria, não se prenda a desejos alheios, a decisões momentâneas e precipitadas, seja feliz com o que te faça bem.
“Aconteceu exatamente como você planejou que iria ser, não vai ser eu, que vai te respeitar por isso, repetir os passos teus, quem é você pra me dizer, que sente o mesmo sem ao menos ser quem sou, quem é você pra me dizer” (8)